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Notícia

Inadimplência entre as MPMEs chega em 6%, maior taxa desde 2018

Nos saldos de maior risco das empresas menores, a taxa chega a 9,8%, a maior desde que esse acompanhamento tem sido feito, em janeiro do ano passado

A taxa de inadimplência entre as micro, pequenas e médias empresas, chegou a 6% em março de 2026, o patamar mais alto desde fevereiro de 2018, informou nesta segunda-feira (27) o Banco Central. Nos saldos de maior risco das empresas menores, a taxa chega a 9,8%, a maior desde que esse acompanhamento tem sido feito, em janeiro do ano passado.

Para comparação, entre as grandes empresas, os pagamentos em atraso por mais de 90 dias chegam a 0,6%.

Outros números que ilustram o difícil momento para o crédito das empresas de pequeno e médio porte são os que detalham a inadimplência das pessoas jurídicas por modalidade. Os atrasos no cheque especial – uma linha muito usada pelos pequenos empreendedores — voltaram para a casa dos 20%, após dois meses abaixo disso.

Já a inadimplência das linhas de capital de giro no teto rotativo bateu em 8,6%, a mais alta desde outubro, enquanto os atrasos na modalidade cartão de crédito caíram para uma taxa de 7,5%, após 2 meses de alta.

O saldo do crédito para PJs no Sistema Financeiro alcançou R$ 2,692 trilhões em março, sendo R$ 1,226 trilhão para MPMEs (empresas com receita bruta anual até R$ 300 milhões ou ativo total até R$ 240 milhões) e R$ 1,466 trilhão para as grandes empresas (receita anual acima de R$ 300 milhões ou ativo total superior a R$ 240 milhões).